Escutei mil palavras frágeis
Todas envoltas em mistérios
Mas seus traidores significados
Formavam infelizes incoerências
Já ouvi delírios
em disfarces mentirosos...
Garantias? Inexistentes!
Somente alucinações
Mentes! Diz-me falsidades
Vil boca falante,
desvia-me das verdades!
Mentes! Diz-me inverdades
Tudo que dizes é uma farsa,
cínica ilusão de errôneos verbos...
Soneto antigo, publicado na época da Faculdade pelo antigo grupo acadêmico literário que participei. Também está publicado nesta página. Na época, eu assinava com o pseudônimo Michelle.
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