sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Pausa

Faço a pausa da escrita para escrever. Escrevendo o dia todo, a semana toda. Ou lendo para poder escrever melhor. Só que tem coisas que não são muito boas de ler, melhor nem começar. Jornais, por exemplo, sempre me deixam deprimida. Melhor andar de bicicleta, se a chuva ou o sol forte permitirem. Ou passear com o cachorro, o que deve ser feito algumas vezespor dia.
Ou sonhar.
No sonho somos várias pessoas e testemunhamos diversos momentos. Em sonho podemos acompanhar o fim do mundo ou gerenciar uma confecção cujo estilista passa por uma crise de criatividade. Podemos até resolver a crise de criatividade do estilista dando ideias e sugestões originais para suas criações. Em sonho podemos viajar para lugares que não conseguimos ir, por tempo ou dinheiro, ou mesmo para lugares que não existem. Algumas vezes podemos estar em lugares que parecem existir, mas que podem nem ser desse plano. Viajamos com a alma, e as lembranças dessa viagem é um misto de inconsiente com subconsiente com subinconsiente com o que realmente vivemos, com nossas impressões confusas, com os medos, com os desejos. Alguns sonhos são bons, como conhecer aquele condomínio de casas lindas, com jardins floridos e temperatura agradável dentro de um ônubis confortável e silencioso que não se conheceu em nenhum lugar do mundo. Outros nem tanto. Sofrimento, fuga, violência, traição, e seres estranhos que também só se conhece de livros mitológicos. Mas esses são minoria. Menos o fim do mundo, que deve estar no imaginário onírico de muita gente.
Dia 12.12.12 passou sem previsões apocalípiticas. Dia 21.12.12 não é tão legal numericamente, mas é o que carrega a previsão do armagedon. Vou passar o fim do mundo com minhas amigas. Também, pudera, está tão difícil reunir todo mundo no mesmo lugar no mesmo horário que quando a gente conseguir, o mundo acaba mesmo.

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