terça-feira, 17 de novembro de 2009

Poetosa perdida e desenterrada

Em vagos, delirantes sonhares
aspiro-te ao meu lado,
chega a mim força suspirante
dos sublimes toques de ansiedade

Cada vez mais e mais distante
de passageiras realidades
afogo-me em sonhos irreais
perco-me neste devaneio misterioso

O tão eterno e louvável sentimento
amor, assim denominado,
emerge, hesitante, em minh'alma
traz consigo paraíso e inferno

Minutos tornam-se horas
precauções sopram em vão
Esse prazer e dor confundicos
Amo-te, como jamais o fiz

*
Não recordo da data de sua elaboração, acredito que tenha sido por volta do ano de 1994, ou 95. Foi publicada no antigo fotolog. Não mexi para publicar, apesar de achá-lo meio chavão.

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