Parte final
Intolerância
O fato é que hoje, ninguém mais tem tolerância com as menores imperfeições alheias. Como se fôssemos muito perfeitos...
Escolhas
Talvez simplesmente acredite que não vale a pena.
Não vale?
Sim, não vale. Trocar a possibilidade pela certeza é muito difícil. E qual possibilidade? Bem, se a experiência e observação me valeram de alguma coisa, a remota possibilidade de, talvez, em algum futuro próximo extremamente improvável, eventualmente conseguir a façanha de, em bom português, comer todas as mulheres que tiver vontade, participando das mais loucas e insanas orgias, em baladas incríveis, mesmo que nunca tenha feito isso na vida e nem leve jeito para isso.
A remota possibilidade de, talvez, em algum futuro próximo muito improvável, eventualmente ter a sorte extrema de encontrar uma criatura perfeita, que em nenhum momento traga qualquer aborrecimento ou questionamento, em uma paixão fulminante digna de grandes novelas, filmes e clássicos da literatura. A remota possibilidade de que a vida seja perfeita, sem desafios, sem cobranças, sem preocupações, em que tudo ocorre no exato momento exato, no qual simplesmente precisamos aguardar que o destino faça a sua parte, para que, sem nenhum esforço, o relacionamento perfeito surja do nada. Aquele no qual haja extrema coincidência de pensamentos, total, ampla e irrestrita liberdade, absolutamente nenhuma preocupação, cobrança, obrigação ou ciúme.
Paulo Coelho
Em uma entrevista, o escritor Paulo Coelho disse uma verdade. Sempre tive reservas quanto à sua obra, mas o que ele disse é a mais pura verdade.
Felicidade não é a ausência de conflito. É aceitar o conflito.
Conclusão
Eu não acredito em destino. Não acredito na imutabilidade de nossos planos na Terra. Tampouco acredito que exista uma pessoa com o poder infalível de nos dizer, infalivelmente, por mais sensível e elevada que seja, o que nos reserva o futuro e qual o momento certo de fazer o quê. Igualmente, não acredito em vitória sem luta, em louros sem batalha, e recompensa sem esforço.
E, pode até parecer, mas a verdade é que ninguém veio ao mundo à passeio... É preciso escolher entre as possibilidades que aparecem. Escolher e aceitar a responsabilidade pelos próprios atos. E se esforçar. Muito.
Intolerância
O fato é que hoje, ninguém mais tem tolerância com as menores imperfeições alheias. Como se fôssemos muito perfeitos...
Escolhas
Talvez simplesmente acredite que não vale a pena.
Não vale?
Sim, não vale. Trocar a possibilidade pela certeza é muito difícil. E qual possibilidade? Bem, se a experiência e observação me valeram de alguma coisa, a remota possibilidade de, talvez, em algum futuro próximo extremamente improvável, eventualmente conseguir a façanha de, em bom português, comer todas as mulheres que tiver vontade, participando das mais loucas e insanas orgias, em baladas incríveis, mesmo que nunca tenha feito isso na vida e nem leve jeito para isso.
A remota possibilidade de, talvez, em algum futuro próximo muito improvável, eventualmente ter a sorte extrema de encontrar uma criatura perfeita, que em nenhum momento traga qualquer aborrecimento ou questionamento, em uma paixão fulminante digna de grandes novelas, filmes e clássicos da literatura. A remota possibilidade de que a vida seja perfeita, sem desafios, sem cobranças, sem preocupações, em que tudo ocorre no exato momento exato, no qual simplesmente precisamos aguardar que o destino faça a sua parte, para que, sem nenhum esforço, o relacionamento perfeito surja do nada. Aquele no qual haja extrema coincidência de pensamentos, total, ampla e irrestrita liberdade, absolutamente nenhuma preocupação, cobrança, obrigação ou ciúme.
Paulo Coelho
Em uma entrevista, o escritor Paulo Coelho disse uma verdade. Sempre tive reservas quanto à sua obra, mas o que ele disse é a mais pura verdade.
Felicidade não é a ausência de conflito. É aceitar o conflito.
Conclusão
Eu não acredito em destino. Não acredito na imutabilidade de nossos planos na Terra. Tampouco acredito que exista uma pessoa com o poder infalível de nos dizer, infalivelmente, por mais sensível e elevada que seja, o que nos reserva o futuro e qual o momento certo de fazer o quê. Igualmente, não acredito em vitória sem luta, em louros sem batalha, e recompensa sem esforço.
E, pode até parecer, mas a verdade é que ninguém veio ao mundo à passeio... É preciso escolher entre as possibilidades que aparecem. Escolher e aceitar a responsabilidade pelos próprios atos. E se esforçar. Muito.
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17 de novembro de 2008
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