Tal qual me encontre aos delírios
Tento, vivo, sinto- sentidos
Loucos, roucos, vão levianos
São vagos os raciocínios.
Medos, credos, estranha fortuna
Nego, me apego, resgato mentiras
E nas lendas me consolo
Quão bom - não sou vil pecadora.
Adentras as lógicas teorias - nada!
Refaçam as ciências!
Que jaz inumano enfim o humano.
E que o vento as construções derrube!
Ergam todos a nova civilização
Cheia de paz, amor... utopia.
Escrito provavelmente por volta de 1995 e publicado em maio de 1998 no "Panteão Putante".
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