Quer coisa melhor, mais gostosa, do que acordar com um abraço, um beijo, um carinho? Quer coisa mais gostosa do que essa troca de afeto, de energia?
E coisa melhor do que sair para uma aventura, pegar a estrada, conhecer novas paisagens, outras cidades, lugares diferentes? Ficar em contato com a natureza, com sua força? Bem, tirando os mosquitos, isso é inigualável. Uma cachoeira também. Sem mosquitos e bichos estranhos, claro.
Sentar no carro vendo a estrada, na sua ilusória infinitude, ouvindo um heavy metal. Ou então, que delícia, numa garupa abraçar, e ser abraçado, sentindo o vento, deixando-se levar?
Ou mesmo fazer algo mais urbano, um passeio no centro da cidade, procurando novidades para aprimorar um hobby. Observando as figuras que existem por aí, e se empolgando com coisas que nunca serão compradas?
Que tal um cinema? Rolar de rir com um desenho animado, sentindo-se criança? Se deixar levar pelos efeitos visuais e sonoros de uma batalha espacial, mesmo sabendo que o som não se propaga no vácuo?
Ou comer alguma coisa, de preferência engordativa, mesmo que isso te deixe com um peso na consciência? O que é a vida sem um pesinho na consciência?
Quer coisa mais gratificante do que se deixar convencer a fazer alguma coisa diferente do que se está acostumado? Ir em um show quando se costuma ir numa balada. Ir num teatro quando só se conhece ir ao cinema? E fazer algo que não é muito comum as pessoas gostarem?
E coisa melhor do que passar o dia sem fazer nada, embaixo de um edredom, abraçadinho, vendo qualquer coisa na TV, sem se preocupar com o antes, o depois, se chove ou não, apenas curtindo a companhia?
E quem quer coisa melhor do que brincar com o cachorro, ou os cachorros? Ah! Eu adoro cachorro!!! Não tem nada melhor do que cachorros. Crianças, alguns podem dizer. Eu também gosto de crianças, mas por enquanto, só a dos outros. Apenas por enquanto.
Nada melhor do que encontrar os amigos, os seus, os dele, os meus, os nossos. E que tal programar uma alforriazinha, um momento seu, fazendo o que você não faz com seu amor, deixando essa parte sua uma incógnita para ele? Ah! Um mistériozinho singelo e inofencivo...
E coisa melhor do que terminar o dia, seja depois de muita preguiça, seja depois de uma aventura, seja depois de um passeio urbano, dentro de uma banheira bem quentinha?
Tudo é bom.
Mas nada se iguala ao sonhar um sonho comum. E com isso dizer, como canta Marcelo Camelo: “Não solta da minha mão. Não solta da minha mão.”
*
11 de setembro de 2009
E coisa melhor do que sair para uma aventura, pegar a estrada, conhecer novas paisagens, outras cidades, lugares diferentes? Ficar em contato com a natureza, com sua força? Bem, tirando os mosquitos, isso é inigualável. Uma cachoeira também. Sem mosquitos e bichos estranhos, claro.
Sentar no carro vendo a estrada, na sua ilusória infinitude, ouvindo um heavy metal. Ou então, que delícia, numa garupa abraçar, e ser abraçado, sentindo o vento, deixando-se levar?
Ou mesmo fazer algo mais urbano, um passeio no centro da cidade, procurando novidades para aprimorar um hobby. Observando as figuras que existem por aí, e se empolgando com coisas que nunca serão compradas?
Que tal um cinema? Rolar de rir com um desenho animado, sentindo-se criança? Se deixar levar pelos efeitos visuais e sonoros de uma batalha espacial, mesmo sabendo que o som não se propaga no vácuo?
Ou comer alguma coisa, de preferência engordativa, mesmo que isso te deixe com um peso na consciência? O que é a vida sem um pesinho na consciência?
Quer coisa mais gratificante do que se deixar convencer a fazer alguma coisa diferente do que se está acostumado? Ir em um show quando se costuma ir numa balada. Ir num teatro quando só se conhece ir ao cinema? E fazer algo que não é muito comum as pessoas gostarem?
E coisa melhor do que passar o dia sem fazer nada, embaixo de um edredom, abraçadinho, vendo qualquer coisa na TV, sem se preocupar com o antes, o depois, se chove ou não, apenas curtindo a companhia?
E quem quer coisa melhor do que brincar com o cachorro, ou os cachorros? Ah! Eu adoro cachorro!!! Não tem nada melhor do que cachorros. Crianças, alguns podem dizer. Eu também gosto de crianças, mas por enquanto, só a dos outros. Apenas por enquanto.
Nada melhor do que encontrar os amigos, os seus, os dele, os meus, os nossos. E que tal programar uma alforriazinha, um momento seu, fazendo o que você não faz com seu amor, deixando essa parte sua uma incógnita para ele? Ah! Um mistériozinho singelo e inofencivo...
E coisa melhor do que terminar o dia, seja depois de muita preguiça, seja depois de uma aventura, seja depois de um passeio urbano, dentro de uma banheira bem quentinha?
Tudo é bom.
Mas nada se iguala ao sonhar um sonho comum. E com isso dizer, como canta Marcelo Camelo: “Não solta da minha mão. Não solta da minha mão.”
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11 de setembro de 2009
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