sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Coisas boas da vida...

Quer coisa melhor, mais gostosa, do que acordar com um abraço, um beijo, um carinho? Quer coisa mais gostosa do que essa troca de afeto, de energia?

E coisa melhor do que sair para uma aventura, pegar a estrada, conhecer novas paisagens, outras cidades, lugares diferentes? Ficar em contato com a natureza, com sua força? Bem, tirando os mosquitos, isso é inigualável. Uma cachoeira também. Sem mosquitos e bichos estranhos, claro.

Sentar no carro vendo a estrada, na sua ilusória infinitude, ouvindo um heavy metal. Ou então, que delícia, numa garupa abraçar, e ser abraçado, sentindo o vento, deixando-se levar?

Ou mesmo fazer algo mais urbano, um passeio no centro da cidade, procurando novidades para aprimorar um hobby. Observando as figuras que existem por aí, e se empolgando com coisas que nunca serão compradas?

Que tal um cinema? Rolar de rir com um desenho animado, sentindo-se criança? Se deixar levar pelos efeitos visuais e sonoros de uma batalha espacial, mesmo sabendo que o som não se propaga no vácuo?

Ou comer alguma coisa, de preferência engordativa, mesmo que isso te deixe com um peso na consciência? O que é a vida sem um pesinho na consciência?

Quer coisa mais gratificante do que se deixar convencer a fazer alguma coisa diferente do que se está acostumado? Ir em um show quando se costuma ir numa balada. Ir num teatro quando só se conhece ir ao cinema? E fazer algo que não é muito comum as pessoas gostarem?

E coisa melhor do que passar o dia sem fazer nada, embaixo de um edredom, abraçadinho, vendo qualquer coisa na TV, sem se preocupar com o antes, o depois, se chove ou não, apenas curtindo a companhia?

E quem quer coisa melhor do que brincar com o cachorro, ou os cachorros? Ah! Eu adoro cachorro!!! Não tem nada melhor do que cachorros. Crianças, alguns podem dizer. Eu também gosto de crianças, mas por enquanto, só a dos outros. Apenas por enquanto.

Nada melhor do que encontrar os amigos, os seus, os dele, os meus, os nossos. E que tal programar uma alforriazinha, um momento seu, fazendo o que você não faz com seu amor, deixando essa parte sua uma incógnita para ele? Ah! Um mistériozinho singelo e inofencivo...

E coisa melhor do que terminar o dia, seja depois de muita preguiça, seja depois de uma aventura, seja depois de um passeio urbano, dentro de uma banheira bem quentinha?

Tudo é bom.

Mas nada se iguala ao sonhar um sonho comum. E com isso dizer, como canta Marcelo Camelo: “Não solta da minha mão. Não solta da minha mão.”

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11 de setembro de 2009

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