Oh nariz infiel que desnorteia
Oh espirros profundos que me invadem
As imagens do inferno aqui me trazem
És gélido e úmido: não incendeia!
Espirros que as alergias me fazem
Ter vozes pela rinite enfanhadas
Que teimam em voltar logo que jazem
Matam as paciências esgotadas...
Quem me encontrar assim desesperada
Não me pensai como um exagero
Cansa-me a vida inteira resfriada!
Já que a esta gripe estou condenada
e ela não posso atirar no bueiro
Irei- me agora embora das arcadas...
Oh espirros profundos que me invadem
As imagens do inferno aqui me trazem
És gélido e úmido: não incendeia!
Espirros que as alergias me fazem
Ter vozes pela rinite enfanhadas
Que teimam em voltar logo que jazem
Matam as paciências esgotadas...
Quem me encontrar assim desesperada
Não me pensai como um exagero
Cansa-me a vida inteira resfriada!
Já que a esta gripe estou condenada
e ela não posso atirar no bueiro
Irei- me agora embora das arcadas...
Texto escrito provavelmente em 1997, publicado no spaces em setembro de 2008.
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