Quando eu era criança, além de brincar de super-heróis, inventar histórias malucas, aventuras em ilhas misteriosas, agentes secretos, editoras, e outras coisas que não são objeto deste post, eu também colecionava papéis de cartas. Papéis de cartas, figurinhas e outras coisinhas fofas. Tinha uma coleção que chamava “amar é”. Crianças fofas, inocentemente não lá muito vestidas (???), em situações fofamente românticas com escritos fofos que sempre começavam com: “Amar é…”
Hoje não sou mais criança, e, pensando nessas figurinhas fofas sobre coisas fofas, fofamente eu digo Amar é….
Amar é…
É…
Amar é o quê, afinal???
Não há como definir… Assim, eu fico aqui amando, sem procurar definições para esse sentimento nobre, apesar de ter colocado solto por aí algumas idéias a ele relacionadas. Sigo amando, sem saber de mais nada além disso. Sem conhecer o futuro, sem entender o presente, sem lembrar do passado. O passado fica no passado, o presente eu vivo e o futuro… O futuro não depende só de mim.
O futuro não depende só de mim… capice???
Hoje não sou mais criança, e, pensando nessas figurinhas fofas sobre coisas fofas, fofamente eu digo Amar é….
Amar é…
É…
Amar é o quê, afinal???
Não há como definir… Assim, eu fico aqui amando, sem procurar definições para esse sentimento nobre, apesar de ter colocado solto por aí algumas idéias a ele relacionadas. Sigo amando, sem saber de mais nada além disso. Sem conhecer o futuro, sem entender o presente, sem lembrar do passado. O passado fica no passado, o presente eu vivo e o futuro… O futuro não depende só de mim.
O futuro não depende só de mim… capice???
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12 de setembro de 2009
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