Segunda parte
Intolerância
Viver poderia ser mais fácil se cultivássemos algumas qualidades. Dentre elas a tolerância. Sermos menos suscetíveis a ofensas. Mais realistas com o fato de que sem esforço, não conseguimos nada. E é preciso esforço.
O fato é que hoje, e cada vez mais, com essa massificação da cultura individual-materialista-pornografizada (depois explico porque optei por falar pornografizada ao invés de erotizada apenas), ninguém mais tem o mmínimo de tolerância com as menores imperfeições alheias.
“Ah, isso eu não agüento.” É... Quem fala o que quer, ouve o que não quer...
Desculpas, desculpas...
No fim, tudo são desculpas. Justificativas pseudo-racionais para o desinteresse, a carnalização, a dificuldade, senão total impossibilidade, de se relacionar, de criar laços. O medo.
O caminho mais fácil é o da inércia. Do subterfúgio, da fuga. Da transferência de culpa. Da preguiça. Da falta de esforço. Do comodismo. Da resignação (no mau sentido).
Inertes.
Intolerância
Viver poderia ser mais fácil se cultivássemos algumas qualidades. Dentre elas a tolerância. Sermos menos suscetíveis a ofensas. Mais realistas com o fato de que sem esforço, não conseguimos nada. E é preciso esforço.
O fato é que hoje, e cada vez mais, com essa massificação da cultura individual-materialista-pornografizada (depois explico porque optei por falar pornografizada ao invés de erotizada apenas), ninguém mais tem o mmínimo de tolerância com as menores imperfeições alheias.
“Ah, isso eu não agüento.” É... Quem fala o que quer, ouve o que não quer...
Desculpas, desculpas...
No fim, tudo são desculpas. Justificativas pseudo-racionais para o desinteresse, a carnalização, a dificuldade, senão total impossibilidade, de se relacionar, de criar laços. O medo.
O caminho mais fácil é o da inércia. Do subterfúgio, da fuga. Da transferência de culpa. Da preguiça. Da falta de esforço. Do comodismo. Da resignação (no mau sentido).
Inertes.
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30 de outubro de 2008
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